Fora durante aqueles dias que enquanto Havad debruçava-se sobre um estudo do curso dos astros, pôs-se aos cálculos a fim de prever o evento cósmico mais importante de seu tempo, de natureza magnânima: o Panteclipse. Quando tomou resultado de seu perscruto, abalou-se, seu ventre gelou e seu peito aqueceu; e perdeu-se em gargalhos que a satisfação pessoal acomete; pois descobrira que os oito astros: Estephana, Nikanoria, Arlathil, Prokora, Varsavá, Simascoten, Matakriva, e Obliviana, se alinhariam no fim de Doten.
Não demorou e de pronto correu até sala de Kahi e lhe contou em ânsia sua descoberta; Kahi por sua vez, não exultou, antes replicou: “E no que isso me importa Havad? Pouco me interessa o que acontece ou deixa de acontecer a coisas que não contribuirão para meus fins.”
Havad riu-se e repreendeu-lhe em tom jocoso: “És louco? Por acaso esqueceste do que lemos de Háfa Tovít no primeiro ano? O Panteclipse é um portal e ponte para outros mundos, pois tal alinhamento ocasiona uma canalização cósmica e recíproca entre dimensões-além; ora, e segundo meus cálculos, tais farão liga com Poneradis, o mundo dos exércitos; destes vem um povo inconquistável pela força do braço, mas são fracos de mente e facilmente manipulados; que tal nos valermos destes sob o fim de conquistar e subjugar este reino, esta terra e este mundo?” (ora, isto disse Havad, pois outrora, quando permitiu a semente do mal germinar em seu coração, corrompeu-se mergulhando seu espírito na ambição de glória e poder).
Kahi postou-se meditativo e ponderou: “Septimum Amarton é o rito para abrir esse portal, através de um círculo de cabeças circundando um altar feito com sete corpos decapitados; devendo ser esses, oferecidos voluntariamente pelos devotos.”
Havad sorriu maliciosamente e disse: “Lembraste de fato!”
Kahi continuou: “Havad, eu sou a ira do Uno, eu sou o instrumento do juízo contra a raça dos homens, para isto eu deveria vir e para isto eu vim, por isto eu nasci e vivi, sim! E eu vejo, eu vejo o Uno vingar minha família pelas minhas mãos; isto eu sei e o é, pois como podes ver, tudo vem contribuindo a meu favor: os Sábios fogem, o povo é tolo, o Rei é fraco e agora, o cosmo oferece-me sua espada para lutar a minha causa.”
“Mas quanto a Akrivel?” — Inquiriu Havad — “Ele ainda goza da preeminência e tem a atenção dos príncipes; e considere, se tu és a ira de tal Uno, Akrivel é a sabedoria deste; ele descobrirá todo nosso intento, matemo-lo?”
“Não!” — Bradou Kahi temeroso pelas palavras — “Ele é um servo fiel do Uno, matá-lo no enredaria o fracasso, pois o Uno deixaria de lutar a meu favor; mas conheço Akrivel, ele não é do tipo que permanece onde é rejeitado; o povo só estima-o pois é hábil na sua arte e sua arte é de elevada posição; hei de convencer Lufus sobre a Magia, e Lufus convencerá o Rei a institui-la como arte-mor, e sendo tal Rei cativo a opinião popular, isto fará.”
“E como sabes que a opinião pública é essa? Por acaso preferirão Magia do que Teologia?” — Replicou Havad.
Kahi o respondeu resoluto: “Sim, pois os Sábios não estão mais entre eles para nublarem suas mentes com ensinos retrógrados, e ora Havad, me surpreende em ver que pelo tempo que viveu entre os homens não fora o suficiente a ti para conhece-los; são homens, Teologia os ensina a sujeitarem as pessoas, enquanto a Magia lhe dá os meios para subjugá-las; homens não querem servir, mas sim serem servidos; desta maneira, quando o Rei lograr na Casa Arcana a Magia, Akrivel protestará, e isto será causa de seu exílio por resistência a ordem real direta, e se ele não for expulso, irá embora por si mesmo; e então, fadado a vagar pelas terras desprovido de sua Cátedra, não oferecerá risco a nós.”
“Pois bem, que assim seja!” — Conclui Havad.
Desde então, Kahi e Havad puseram-se a pôr em prática seus planos; a princípio, persuadiram seus alunos (os quais faziam-se como cegos seguidores) e os comissionaram a convencer os de suas Casas a respeito do suposto bem que Magia proporcionaria; isto fizeram, e com sucesso foi realizado; o segundo passo empreenderam-se a convencer Lufus da segurança que Magia proveria, Kahi dizia a este:
“Imagine, Lufus, as tragédias como a morte de Hakum não ocorreria mais; acidentes seriam evitados, deitaríamos seguros, e não passaríamos noites em luz aflitos pela temeridade do risco; antes, sossegados e tranquilos nos levantaríamos confiantes numa proteção irredutível; ouça meus conselhos querido conselheiro e pondere os benefícios desta arte.” — Ora, Lufus no recôndito de seu coração já enamorava os privilégios que tal poder o prestigiaria, e não demorou para que cedesse ao ludibrie de Kahi; e em pouco tempo, lutou pela causa.
Quando Lufus, por sua vez, aconselhou o Rei tecendo suas arguições, expôs de uma forma irresistível, empoderada de afã, e ainda conferiu peso de suas palavras mediante o apoio popular, tendo em vista que já neste tempo, um corpo majoritário de cidadãos se punham a ansiar o logro desta arte. O Rei, temendo reprovação, encontrou-se cativo a vontade civil, e desta maneira, instituiu formalmente “Magia” como Casa Arcana. Akrivel e os Teólogos (que já eram seletos e não muitos) transtornaram-se do feitio, e a maioria destes abandonaram a Teologia migrando para outras áreas de saber; com a exceção de Yatá e Zatá, os gêmeos, os quais, ao lado de Akrivel brandiram contra a decisão. Porém, esses gêmeos foram espancados por alguns alunos de Mística e reprimidos pela família a ponto de abandonarem a causa.
Akrivel se viu sozinho, mas pôs-se a arguir diante o Rei, adentrando breve, mas reverentemente, no átrio real, com as mãos unidas para detrás, e com severo semblante no rosto, sua magnificência perante os presentes aspirava temor, de modo que poucos se puseram a fitá-lo; frente ao trono enfim, disse brandamente, mas sem deixar de expressar o teor de indignação nas palavras:
“Potentíssimo Rei, é da ciência de todos e do testemunho desses aqui presentes, que o alto saber e o zelo nunca outrora afastaram de seu espírito, e desde os pais da casa de Afimum, sob este átrio, o cetro sempre fora estendido em prol da justiça, da verdade e para a glória do Uno; porém, hoje... e é com apreensão que digo, já não é mais assim, hoje, majestade! Quando ouvi dos meus estimados que tu promulgaste um dislate, abalei-me deveras, temi e tremi o mal que incorreste! E dada cadeira a mim confiada, vi-me sob o fardo de pedir-te razão de tão crasso erro; assim...” — Continuou Akrivel, já visivelmente abalado, fôlego arcado e voz trêmula — “É neste espírito que me disponho frente a ti, assolado pela indignação, visto tamanha tolice do decreto real, que te inquiro: que loucura cometeste?”
Todos foram tomados de pasmo, um silêncio de expectação atemorizava os corações, o Rei, calado e colérico, fitando Akrivel, aparentava próximo de protagonizar uma eminente explosão de fúria; porém, antes que o rei dissesse algo, Kahi, que estava a seu lado, não se conteve em aguardar, mas tomou por ensejo a ocasião, tendo-a por oportuna em afrontar Akrivel, visto que, se tornasse o efeito da indignação comedida em ira desmedida, macularia a imagem do Mestre frente a todos, tido que o tom, em pretexto, ressoaria por rebeldia:
“É surpreendente meu Rei, quanto um homem pode ser tão soberbo, vejam este vil!” — E alçando voz, apontou o dedo para Akrivel e bradou, irrompendo em ódio reprimido, que há muito fora nutrido — “Como ousa Akrivel! Deveras que o logro dos muitos títulos em breve tempo tenha-lhe ensoberbecido a tal espírito? Deveras que as multidões das letras e os tantos devaneios das lendas te encarceraram ao delírio? Como pode tu, questionar o decreto de um soberano?”
Todos em tensão fitavam-nos. Akrivel, elevando a cabeça, mirou olhar em Kahi e respondeu-o em fero tom: “Questiono um decreto quando este não é pleiteado em conselho, mas como expressão tirânica é imposto sem arguir em suasão; por acaso isso é novidade aos seus ouvidos? Qual infeliz dia calaram aquilo que reza o Código Didaken?”
Kahi, como quem quer ignorar algo, se virou para os presentes, e alçando os braços, referiu-o: “Por acaso, Oh Sábio!” — Disse sarcástico, estampando um breve sorriso malicioso e voltando aos olhos para Akrivel — “Sabes qual a pena que se condena alguém que insurge contra um Rei? Ou tapou os ouvidos a aquilo que reza o Código Didaken? Vou recordar-te, se o Rei ofendido aferrar a justiça, será a morte! Mas caso a fortuna daquele que ofende lhe agraciar, e o Rei vir a tender a uma piedade desmedida, será o exilio, por concessão de benevolência!”
Akrivel, já demonstrando farto da militância de Kahi, respondeu-o após profundo suspiro: “Não estou insurgindo! Não me tome por rebelde Kahi! És tu um apologista da verdade, e contra verdade se defende? Me atemorizo em ver que a verdade lhe ofende. Apenas venho pedir razão e rememorar-vos o que o Lex do Código nos delega! Visto que tal feitio, por parte do Rei, evidentemente é desprovido de escora legal.”
Antes que Kahi, já transtornado de ódio, respondesse com berros (o que já todos esperavam escutar visto sua expressão indignada), o Rei, inferiu-lhe ao silêncio com sinal de mão, e disse brandamente (ou se esforçou para aparentar ponderado):
“Eu sou a Lei, Mestre Akrivel! Eu não exerço meu poder pelo Código Didaken, ao Código Didaken é estendido autoridade pelo exercício de meu poder! É por que me aprouve, que há quem se atente para sua Lex.”
Akrivel, fitou o Rei com um semblante tão estupefato, que aparentou a todos que o Rei de alguma forma lhe havia ofendido e o condenado a morte, tamanho espanto que o semblante do velho expressou, o qual, desviando o olhar ao solo, desolado de aversão pelo que ouvira, considerou:
“Ai ai minha Majestade! O que fizeste a ti? O que lhe puseste a andar pelas malignas veredas da loucura? Caístes no pecado das vis potestades de outrora, pois intentas subjugar uma autoridade maior que a ti; ou não diz o ‘Sacro Oráculo’, cuja ciência me apliquei e me confiado fora ser seu despenseiro e dispenseiro de sua verdade, que neste erro foi arredado a condenação o inimigo de tudo que é bom? Não seria segundo os Sábios, o estopim do mal, esse orgulho? Rememore os legatários de nossa prosperidade; sim, busque e vede, que todos os reis de outrora com zelosa devoção submeteram-se a ordem divina, da qual, nunca lhes apartou a graça de seu favor; ora meu Rei! Permita-te ouvir teu fiel servo, perscrutei e isso considerei: é próprio dos sensatos seguir os passos dos virtuosos, e demonstra-se ser morada de virtude quem ela busca e nela se exercita, arrepende-te de tuas palavras e retorna-te a lucidez, por amor a teu sangue e tua casa, ó excelsa majestade, digna de toda obediência!”
Lufus, que estava próximo de Akrivel, dado a fúria no semblante do Rei, temendo o eminente brado de sentença contra este, a quem muito estimava (nutrindo dele profunda admiração), por desespero, irrompeu: “Meu Rei! Permita-me arguir em nossa causa a fim de sanar a questão que afligi nosso Emérito Irmão?”
O Rei, fitando-o, suspirou profundamente como quem intenta amainar os próprios ânimos (reprimindo rebento de sua cólera), assentiu para Lufus, concedendo-lhe o pedido. Lufus, de pronto inicia com afável mansidão e evidente sinceridade de espírito seu pleito com Akrivel:
“Oh Sábio Akrivel! Cuja lisonja dispensa pela modéstia de seu caráter; experimentado na arte do saber, sofista, Mestre em divindade e alto Teólogo! É deveras admirável seu zelo a suas convicções, tal intrepidez e aventurança em prol daquilo que julga ser verdade é de fato, virtudes que se espera em alguém de sua postura, e nós te louvamos por isso meu irmão, sei que tu sabes, porém, há um fator que desconsideras, e a isto não quero inferir que desconheças algo, não! Longe de mim dizer algo assim, antes que apenas vieste a esquecer, talvez pelo afã do momento; veja, chamo-te a ponderar, nossos ancestrais, a quem devemos tanto, e em quem descansa nosso apresso, não enxergavam o mesmo horizonte que o nosso, talvez pela penumbra de um tempo tão remoto não os permitiu serem cientes da necessidade que o progresso requere. Ora, convenhamos, veja um artificie, quando mais aprimorada obra este deseja, mais deverá adaptar suas ferramentas; assim de mesmo modo se encontra os magistrados, quando se deparam com obstáculos que impedem uma evolução tão imprescindível de seu tempo; a isto quero dizer, por meio mais evidente, certas ferramentas, como o Código Didaken, necessitam ser adaptados, entenda! Não negados, não, isso nunca! Antes, digamos, reformados, aferidos, condicionados as questões de nosso tempo. Entendes? Ora, veja, quantas mudanças não se vê na mente e no corpo do infanto ao vetusto? Homens amadurecem! E ideias, conceitos, doutrinas, tornam-se obsoletas, pense nisso Akrivel, sei que assentirá após considerar o todo presente, quando compreender o que este artificie, denominado ‘Magia’, causa desta porfia, pode nos oferecer; ora, sei que é por razão deste assunto que te indignastes contra o decreto sem pleito, pois sabemos, que é de sua cadeira, o debate de questões dessa natureza.”
Akrivel, franzindo o rosto severamente para Lufus, mas tratando-o com tom amistosamente mais cortês, diz:
“Isso não se trata de casuística, Lufus! Não é sobre a condicionalidade da ética em suas dispensações! É sobre moral! Moral tal qual a consciência, inerente a natureza humana, requere-nos em aferir. É sobre Verdade, Lufus! E a Verdade é UMA e atemporal, pois provém do Uno Eterno! Relativizá-la é ingenuidade, se não a própria impiedade! E da verdade e da moral, fomos postos como arautos pela Cátedra a nós confiada; me envergonho irmão, e me entristeço em ver alguém de tão elevado espírito, de caráter tão louvável, que nunca faltou com exercício das virtudes, e de disposição tão polida, ser agora em tão breve tempo, maculado por mentiras infundadas, zela-te amigo, zela-te irmão! É nosso dever se indignar com a injustiça, custe o que custar; lutar a causa correta, haja o que houver! Este é o encargo do ‘Sacro Oráculo’ sobre nós!” — Após concluir isto, fitou o Rei e continuou — “Como pode vossa Majestade? Alguém levantado para o bem do povo fadá-los a um mal irremediável? Como pode tomar por refugo o legado dos pais?” — O Rei enfurecido, não podendo mais se conter, ergueu-se do trono e bradou estendendo o cetro, como sinal de imprecação:
“Basta! Ousou tu, vir a mim sob tal prepotente postura, digo-te, o Rei se assenta no trono para a graça do povo e não para satisfazer tua mesquinhice! O Rei reina segundo sua própria vontade e em prol de seu reino, e não para tão somente um arrogante; tua infeliz palavra e seu tom reprovável, constitui-se segundo o Código Didaken, a que supostamente tanto defendes, como resistência a ordem real, e isto é condenável e passível de morte! Como já dito, porém, por tua fortuna, aprouve-me exercer-te minha benevolência e sob misericórdia sentencio a ti ao exílio perpétuo; tolerar-te seria aviltar minha autoridade, e ceifá-lo seria dantesca ingratidão, dado o serviço que prestou a ordem de outrora; e já que, hodierno, optou em não se conformar com a minha vontade, não viverá sob meu domínio; não gostaria disso Kirion, mas tu rogaste por isto! Seu coração está inflado com orgulho de tal modo, que nunca se submeterá a uma ordem que não provenha de tuas próprias conclusões; desta maneira, como bem disse Lufus, quando algo não coopera em servir o bem comum, se não suadido ou adaptado deve ser descartado, no seu caso, pela dura cerviz, será exilado! Vá! Tens uma noite para saíres destes muros, se quando a alva alçar, tu ainda estiver aqui, a face do sol verá teu corpo pendurado!”
Akrivel, no silêncio e em breve mesura virou-se rumo as portas do átrio real; com as mãos unidas por detrás nas costas, no períbolo, em passos rápidos, e cabeça baixa, as lágrimas minavam discretas e corriam-lhe ao rosto infiltrando-se na longa barba trançada. E enquanto descia a escadaria do bosque, encontra-lhe Havad, este o qual lhe diz em voz de alto tom:
“Não chores meu amigo! Fará bem a ti isto...” — E sussurrando, continuou — “Pois que bem existe em viver entre homens tão perversos? Não é mesmo? Afinal, é a vontade do Uno, eu sinto!”
Akrivel fita-o e diz: “Cuida-te amigo, para que tuas más escolhas não sejam por flagelos a ti.”
Kahi, aproximando-se, o encarou, e examinando-o, lento e seriamente proferiu: “Dou a ti minhas três carroças, e meus cavalos, os quais estão sob a ordem de transportarem seus bens para onde desejares, quanto antes partires, melhor para nosso progresso.” — Akrivel mesurou e o agradeceu sinceramente; Havad em silêncio permaneceu estampando no rosto um sorriso malicioso.
Akrivel pôs-se a carregar as carroças com seus livros, os quais eram muitos, tantos os que herdara, ganhara, comprara ou escrevera. E quando enfim terminou, subindo ao governo da primeira carroça, chegou a ele Lufus, o qual lhe disse:
“Antes de compareceres, o Rei foi contra meu conselho a respeito de ti Akrivel, me desculpe!” — Akrivel lhe respondeu brandamente: “Cada partícula de pó foi em seu curso designado desde a pré-eterna meu caro Lufus, fica-te em paz!”
“Para onde vais?” — Inquiriu-lhe Lufus, de imediato.
“Agradeço a sincera solicitude por mim, não sou digno de seus cuidados; mas quanto ao caminho, vou para o norte. Adeus meu amigo, e se me consideras como amigo, atente as minhas palavras, escutai-me Parakleton: não se enrede a Magia Lufus, por amor a ti mesmo!” — Exortou Akrivel.
Lufus o respondeu: “Já estou por ela enredado, adeus Kirion!”



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